Produções Som Interior

Anno Luz

 Formado em 1987 na cidade de Petrópolis(RJ), possuiu uma vida lamentavelmente curta. Apesar disso e de não terem se apresentado ao vivo uma única vez criaram um dos mais belos trabalhos de música eletrônica/new age, que é o disco homônimo de 1988. É um item obrigatório na coleção de qualquer pessoa que aprecie o estilo.

Integrantes: Guilherme Orcutt - Teclados, Programação e Voz em"Inocência"
Paulo Loureiro - Violão, Percussões, Teclados ocasionais e Voz em "Por Quê"

Convidados: Marco Aureh - Flauta em "Novo Mundo", Ana Paula -Voz em "Novo Mundo". Marco Pereira - Voz em "Novo Mundo" e Roberto, Rodrigo e Gu - Voz em "Inocência"

Músicas:

1. Infinitas Terras - 4:28min             5. Titanic - 16:02min            

                                                       6. O Templo - 2:26min
2. Porquê - 4:51min                          A Origem                           

                                                       7. Encontros da Alma - 2:55min
3. Inocência - 7:52min                      8. O Iceberg
4. Novo Mundo - 4:33min                   9. 75 anos   
                                                       10. O Reencontro

Palma - 12 Ciclos

Intitulado "12 Ciclos", é um disco Progressivo Sinfônico instrumental (com apenas 1 maravilhosa vocalização da cantora Mylenne Areal na faixa "Tarde" e uma breve e também bela vocalização do cantor Paulo Loureiro na faixa "No Chão as Marcas"),com 8 músicas de tamanhos variáveis, indo desde os 4:26 da belíssima "De Manhã bem Cedo" até os 14:57 da fantástica suíte "luares" e passando por várias faixas entre 5:22 e 8:29.         Com instrumentação rica e variada, o disco conta com a participação de vários expoentes da música petropolitana, indo desde os prog-man Marco Aureh (Lummen e Anno Luz e participações em disco do Tempus Fugit e Anima Dominum) nas flautas,violões teclados e Paulo Loureiro (Anno Luz), nos violões, guitarras, bateria,teclados e percussões, até os músicos eruditos Joar Gelli (piano e teclados) e Rodrigo D'Avila (regência, piano, teclados, baixo etc), além de vários outros presentes nas guitarras e baixos.

Músicas:

1. Por la Estrada - 6:15min
2. Porto - 5:22min
3. De Manhã Bem Cedo - 4:25min
4. Tarde - 5:40min
5. No Chão As Marcas - 4:12min
6. Luares - 14:57min
I - Minguante
II - Nova
III - Crescente
IV - Cheia
7. Sombras e Luzes - 6:13min 
8. Redenção - 8:28min

Anders Helmerson - Fields of Inertia

Repleto de influências da Música Brasileira, a concepção desta obra surgiu a partir de seu trabalho como médico,quando passou alguns dias no Rio de Janeiro, devido a uma escala do navio onde trabalhava. Foi, literalmente, uma paixão instantânea, que tinha de ser transformada em algo real e palpável. Assim, em janeiro de 2000, logo após o término de seu trabalho no navio, Anders retornou ao Rio para iniciar gravações de um novo disco, coisa que desejava profundamente realizar neste país que tanto o fascinara. Para que a obra se realizasse de forma plena e absoluta, as gravações, os músicos de apoio e a produção fonográfica teriam de ser brasileiros. Assim sendo, entrou em contato com o conceituado Estúdio RB e com diversos músicos que auxiliaram grandemente na viabilização do projeto. 
         Entre os diversos músicos que dele participaram, destaque para o baterista e percussionista ROBERTINHO SILVA e para a cantora KIKA TRISTÃO, ambos com longo e aclamado currículo.

1. Conjuration 1:24min 
2. Winds of Olodum 4:00min
3. Bahia Dreams 2:47min
4. The Tears that came after 0:45min
5. City of Haunting Silence 13:13min
6. Infinite Fields of Inertia 7:17min
7. Ground Zero 2:44min
8. Rêve Concorde 0:58min

Soundchaser - Intergalactic Radio Station

 O duo de Música Eletrônica/Progressiva SOUNDCHASER nasceu no Rio De Janeiro em 1999, constituído por Renato Menezes (guitarras e sintetizadores) e Soren Lemche (vocais e teclados). O SOUNDCHASER editou seu 1.º CD –“Intergalactic Radio Station” em Dezembro de 2000. 
           O nome da banda foi extraído de uma musica homônima do YES (presente no disco Relayer) e o titulo Intergalactic Radio Station é titulo de uma musica do Vangelis ( do disco Direct). 
          As influências maiores de seus integrantes residem na musica das bandas Progressivas da década de 70, tais como Pink Floyd, Hawkwind, Camel, Focus, Yes, Mike Oldfield e ELP. Há, também, grande influencia dos Eletrônicos Tangerine Dream, os New Age Kitaro Himekami Sensation, os guitarristas John McLauglin, Jeff Beck e Carlos Santana e os mais recentes, de linha Ambient/Techno; Jamm & Spoon, Enigma e Leftfield. 
          O IGRS se ambienta num planeta distante, em algum lugar no futuro e tem paisagens musicais influenciadas por passado, presente e futuro, diálogos espaciais e questionamentos naturais das tendências futuristas.

Músicas:

1.Intergalactic Radio Stations I - 1:53min   

2. Intergalactic Radio Station II -3:49min 

3. One World -5:39min         

4. Neon Pink Glowmin                        

5.Lunarscape I, II, III - 11:38min
6.Lakestorm/Heaven - 6:32min

7. The Nexus- 6:37min
8. WildRobots - 6:18

Alex Sabba - Angel’s Dream

Editado em 1998, este é o 1.trabalho gravado oficialmente pelo guitarrista e tecladista carioca. Excetuando-seas faixas "Dick Tracy"e "702" que contaram com a participação do tecladista Beto Frega, todas as outras foram executadas por Alex Sabba, que também se responsabilizou pelas composições, arranjos, produção, gravação e mixagem.     
         Totalmente instrumental, "Angel’s dream" destaca-se pelos belíssimos solos de guitarra(gravados ao vivo, sem qualquer tipo de edição de Estúdio) onde podemos observar as influências de gênios como Jan Akkerman e Steve Hackett, entre outros. 
           O disco Angel’s Dream compõem-se das seguintes faixas:

1. Overdose - 1:45min             9. Suite - Thecicada and the ant - 7:08min
2. Dick Tracy - 3:49min            10. Curitiba - 3:26min
3. Amanhecer - 3:51min           11. Martini Seco - 4:53min  
4. 702 - 2:45min                      12. Xuxu - The Clown - 5:59min
5. Vincent, o Abutre - 3:10min  13. Angel's can't sleep (Parts I, II, III) - 6:58min
6. Parkino - 3:39min                 14. Paranoia's blues - 3:11min 
6. Harlekin - 4:17min  15. Minueto (Parts I, II) - 3:27min (R. de Visso/ A. Sabba)
8. Estudio #1 - 3:26min       16. The untold story of Arthur the King - 5:36min
                                          17.Mr. Davis - 1:43min

Alex Sabba -Missa Universalis

Projeto desenvolvido desde 1998. Diferente de tudo o que Alex já tinha feito. As composições baseiam-se na interpretação pessoal do artista das diversas partes da Missa, conforme o Concílio Vaticano II, com a clara determinação de retirar um pouco do"mofo" das músicas executadas nas Igrejas Católicas, onde por sinal,ele tocou violão por muitos anos.

        Alex tocou todos os instrumentos, que formam uma pequena orquestra de instrumento tradicionais (violão, violinos, clarineta, trompa) e exóticos (flauta pan,"sandman") e mesmo percussivos (tímpanos, tablas, congas e bateria).Toda a renda da venda dos CDs será revertida para um orfanato no Rio de Janeiro.

Músicas:

1.Introitus                                    8. Offering
2. KyrieEleison                                   9. Consecration
3. PenitentialAct                                10. Our Father
4. Gloria in ExcelsiusDeo                     11. Live Long and Prosper
5. The FirstReading                            12. Communion
6. TheGospel                                     13. Closing Hymn
7. Creed

Loch Ness - Prologue

Formada no final dos anos 70. Seus componentes são de Volta Redonda (RJ) e só vieram a gravar em 1991. Seguindo uma linha próxima do hard-progressivo alemão, o Loch Ness elaborou um trabalho consistente neste estilo fora do eixo Alemanha/Inglaterra. Com excelentes vocais em inglês e instrumentação caprichada (3 guitarras, baixo, bateria, piano, sintetizadores e um órgão Hammond legítimo) editaram o disco "Prologue", que contou também comum a excelente produção gráfica (capa dupla). Ainda inédito em CD e com poucas cópias disponíveis.

Integrantes: Roberto Reese - Guitarras e Vocal em "Death"
Alexandre "Caph" - Grand Piano, Hammond Organ, TX 70, Polysix Synth. Vocais
Claudio Cotia Barreto - Baixo
Ailton Sgon - Bateria e Percussão

Faixas:

LadoA                                                            Lado B
1. Prologue (The Gipsy Gull)                              1. Santa's Ville
2. Halolowe'en (Instrumental)                            Episode First - The Ens (Instrumental)
3. The Third Eye                                               Chapter Onde - The Tale
4. To Breathe One'sLast                                    Episode Second - Delirium Tremens 
                                                                          Part 1 - The Shades (Instrumental)
                                                                          Part 2 - Nightmares
                                                                       Episode Third - The Entity
                                                                       Episode Fouth - Vanishing Point (Instrumental)
                                                                       Chapter Two - The Tag
                                                                       2. Death

Chronos Mundi: Luz e Trevas

O primeiro disco da banda progressivo-sinfônica carioca, "Luz e trevas" rapidamente atingiu boa cotação no mercado internacional. Extremamente melódico, possui como influências básicas os expoentes Pink Floyd, Yes, ELP, Genesis, PFM e Renaissance. Com belos vocais em português (somente "Forest valley" é em ingles), possui excelente produção gráfica (livreto com 12 páginas, picture disc e fundo de caixa colorido).

Músicos participantes:

Alexandre Maraslis - Teclados, guitarras, violões;
Robson Bertolossi Junior - Baixo, vocal, guitarras, violões;
Gustavo Voigt - Bateria

O disco Luz e Trevas compõem-se das seguintes faixas:

1 - Intro -1'48" (A. Maraslis)
2 - Luz e trevas - 8'14" (A. Maraslis)
3 - Nasce a semente - 12'04" (A. Maraslis/R. Bertolossi Junior)
4 - Thermo - 2'53" (A. Maraslis)
5 - Forest valley - 7'01" (A. Maraslis) MP3
6 - Symphonies - 0'57" (A. Maraslis) MP3
7 - D - 10'14" (A. Maraslis) MP3

Lummen - Ao Vivo no Rio Jazz Club

 Criado e idealizado pelo instrumentista e compositor Marco Aurêh, o LUMMEN fez sua estréia no dia 15 de setembro de 1995 na Concha Acústica do Museu Imperial em Petrópolis, com o show Na Corte do Rei. Depois de algumas mudanças e várias apresentações na capital e no interior do estado, o LUMMEN realizou em fevereiro de 97, 3 históricos shows no Rio Jazz Club. O evento resultou no primeiro disco do grupo, Ao Vivo no Rio Jazz Club, possivelmente a última gravação realizada nesta conceituada casa de espetáculos que logo em seguida encerrou suas atividades. 
            A essência da música do LUMMEN contém, entre outros aspectos, elementos do período medieval e renascentista. Os arranjos fazem uma fusão entre o erudito eo contemporâneo. As letras cantadas em português estão apoiadas pela multiplicidade instrumental do grupo - flauta, violino, guitarra, violão,bandolim, teclado, viola de 10 etc. O LUMMEN resgata a pureza dos instrumentos acústicos acrescentando efeitos da tecnologia moderna ... um colorido som híbrido que resulta na mais pura e original música progressiva sem cair no estereótipo do gênero. O grupo busca sempre a liberdade de expressão, tendo a inspiração como base. 
          As influências do LUMMEN são ecléticas. Do grupo holandês Focus ao brasileiro O Terço, passando pela banda inglesa Jethro Tull e pela italiana Premiata Forneria Marconi. O resultado é uma bela síntese criativa. A maioria dos temas são instrumentais compostos e arranjados pelo grupo. O poético e o imaginário são ressaltados pelas variadas nuances contidas nos arranjos.

Musicos presentes nesta gravação:

Marco Aureh- vocal, flauta, violão e teclado
Andre Henriques - violino, bandolim, violão e backing vocal
Celso Schopen - guitarra
Fred Mendonça - baixo e backing vocal
Marcelo Ksesky - bateria

Músicas:

1 - Mansão -5’04" (Marco Aureh) MP3
2 - Vulcão - 4’26" (Marco Aureh)
3 - Destino imaginário - 12’45" (Marco Aureh) MP3
4 - Tempo imóvel - 8’43" (M. Aureh/C. Ricardo)
5 - O bobo da corte - 3’40" (Marco Aureh)
6 - Relembrando - 13’23" (M. Aureh/A. Rodrigues)

Veludo

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